quinta-feira, 1 de outubro de 2015

Cotriguaçu: diferentes gerações se encontram para exercitar a educação ambiental

Dinâmica em tabuleiro gigante abordou questões importantes com dinâmica lúdica. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
Dinâmica em tabuleiro gigante abordou questões importantes com dinâmica lúdica. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
Trinta pessoas, entre jovens rurais e agricultores familiares, se reuniram no último dia 19 de setembro, na Fazenda São Nicolau, mecenato da Peugeot e ONF-Brasil, em Cotriguaçu, Mato Grosso, para exercitarem a prática da educação ambiental por meio de jogo lúdico em tabuleiro gigante, vivências na natureza e discussão sobre potenciais e gargalos das cadeias extrativistas locais de babaçu, castanha, horticultura e pecuária leiteira desenvolvidas nos Projetos de Assentamento (P.A.) Nova Cotriguaçu e Juruena. As atividades do Programa de Educação Ambiental da ONF-Brasil foram ministradas por educadores da organização em parceria com a equipe do Instituto Centro de Vida (ICV).
A dinâmica trouxe à tona questões importantes como o combate ao uso de agrotóxicos nas lavouras e pastagens como também iniciativas de jovens rurais da comunidade Ouro Verde, no Projeto de Assentamento Nova Cotriguaçu, de uso sustentável da terra para evitar o êxodo rural.
Atividade promoveu encontro de diferentes gerações. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
“O agricultor, se usa o pesticida, acaba respirando o veneno. Hoje pessoas do campo com câncer, podem ter adquirido a doença por causa disso…”, disse a agricultora familiar Edna Pereira de Farias, do P.A. Juruena. “Doenças como depressão, puberdade precoce e malformação do feto estão associadas a este uso”, acrescentou Helena de Jesus Moreira, presidente da Associação dos Produtores Feirantes de Cotriguaçu (APROFECO).
Segundo ela, um caminho alternativo e que já mostra bons resultados no município são as hortas comunitárias que utilizam princípios agroecológicos, com defensivos naturais e compostagem. Jovens da Comunidade Ouro Verde, no P.A. Cotriguaçu, já deram início a esta experiência, constituindo o grupo Jovens a Força do Futuro, neste ano.
Durante as apresentações, os participantes ressaltaram ainda que a falta de apoio técnico é um dos principais problemas enfrentados pelos agricultores familiares. Ao mesmo tempo, há um processo de avanço em andamento, com a elaboração da proposta de um projeto de Lei de Extrativismo com apoio do Conselho Municipal de Meio Ambiente ao Executivo, que propõe a regularização da situação dos trabalhadores rurais e facilitação da relação com os proprietários de terra onde estão localizadas as matérias-primas.
A oficina também tem o apoio do Projeto Cotriguaçu Sempre Verde – Fase II, realizado pelo ICV, que busca consolidar uma nova trajetória de desenvolvimento municipal, pautada na construção de soluções sustentáveis de produção e governança socioambiental. O projeto iniciado em 2011 tem o apoio do Fundo Vale.
Sucena Shkrada Resk/ICV
Fonte: ICV

segunda-feira, 10 de agosto de 2015

Cotriguaçu define seu plano de metas do Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis


Conselho Municipal de Meio Ambiente de Cotriguaçu validou plano de metas do PMS, no último dia 29. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
Conselho Municipal de Meio Ambiente de Cotriguaçu validou plano de metas do PMS, no último dia 29. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
Sucena Shkrada Resk/ICV
O município de Cotriguaçu, no noroeste mato-grossense, já estruturou o documento de seu Plano de Metas do Programa Mato-Grossense de Municípios Sustentáveis (PMS), validado no último dia 29, pelo Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA). As ações foram propostas pelas Secretarias Municipais de Meio Ambiente e de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Assuntos Fundiários, e estão focadas em três eixos principais: o fortalecimento da gestão ambiental municipal, a regularização ambiental e fundiária e a promoção das cadeias produtivas sustentáveis com foco na agricultura familiar.
A iniciativa está sendo desenvolvida inicialmente em mais 52 municípios no bioma amazônico e em transição com o bioma cerrado, que assinaram o termo de compromisso com o PMS; 30 deles já fizeram seus planos de meta. A expectativa é que sejam atingidos todos os 65 municípios da região. O PMS foi instituído em março de 2014, por meio do Decreto Estadual nº 2.188.
Os desafios levantados em Cotriguaçu estão calcados principalmente na consolidação da governança socioambiental . Entre eles, iniciar as atividades de licenciamento ambiental de empreendimentos de baixo impacto local; consolidar o funcionamento do Fundo Municipal de Defesa do Meio Ambiente, como também colocar em funcionamento as câmaras técnicas do CMMA. Atualmente são quatro: de Gestão de Resíduos Sólidos, Desmatamento e Queimadas, Regularização Ambiental e Fundiária e de Educação Ambiental. Estruturar a coleta seletiva e realizar ações locais para o controle e prevenção do desmatamento e queimadas também integram as propostas aprovadas.
No contexto da regularização ambiental e fundiária, foi assumido o compromisso de se atingir 80% do Cadastro Ambiental Rural (CAR) no município, até abril do ano que vem, e promover a recuperação de 570 hectares de Áreas de Preservação Permanente (APPs).
A agricultura familiar tem uma relevância importante no PMS. O objetivo é que as cadeias produtivas estejam consolidadas em quatro segmentos: piscicultura, mandioca, culturas permanentes (café/cacau) e extrativista (babaçu/castanha). Ao mesmo tempo, deverão ser difundidas as boas práticas agropecuárias de leite. Até agosto de 2016, está programada a realização do Censo Agropecuário local.
“O Plano de metas é um norte para o município iniciar o debate sobre sustentabilidade. Ele tem a função de dizer o que o município já fez, o que está fazendo e em que quer avançar e precisa de auxílio. Ao mesmo tempo, impulsiona a criação de política pública para a sustentabilidade municipal atendendo agendas ambientais, econômicas e sociais”, esclarece Irene Duarte, coordenadora da Iniciativa Municípios Sustentáveis do ICV.
A constituição do Plano de Metas de Cotriguaçu no PMS teve início na Oficina de Capacitação em implementação do Código Florestal e Construção do Plano de Metas realizada em maio deste ano, em Cuiabá, organizada pelo Comitê Gestor do PMS, do qual o Instituto Centro de Vida (ICV) faz parte. O evento teve a participação de 131 pessoas, representando municípios integrantes do programa.

Cotriguaçu: primeira etapa de projeto deverá recuperar 114 hectares de áreas degradadas


Conselheiros se reúnem um a vez por mês, em Cotriguaçu. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
Conselheiros se reúnem um a vez por mês, em Cotriguaçu. Foto: Sucena Shkrada Resk/ICV
Sucena Shkrada Resk/ICV
O processo de recuperação de Áreas de Proteção Permanente Degradadas (APPDs), em Cotriguaçu, no noroeste mato-grossense, foi uma das principais pautas da reunião mensal do Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA), no último dia 29 de julho. Durante o encontro, foi anunciada a definição das 20 primeiras áreas onde haverá a revitalização, totalizando 114 hectares, que ficam na região da Bacia 14 Irmãos. Os proprietários assinaram o termo de compromisso, que integra as exigências do Projeto Semeando Novos Rumos em Cotriguaçu com financiamento a fundo perdido do Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico (BNDES)/Fundo Amazônia.
Segundo Denise Schutz Freitas, secretária executiva do CMMA, a prioridade nesta primeira etapa, são as localidades em que houve a assinatura de termos de ajustamento de conduta (TACs) com a Secretaria Estadual de Meio Ambiente do Mato Grosso, no âmbito do processo do Cadastro Ambiental Rural. “As próximas áreas também serão analisadas pelos critérios aprovados pelo CMMA”.
O início das ações de recuperação está programado para agosto deste ano, quando deve ser liberada a primeira parcela de recursos. “Será destinado o valor de R$ 36 mil para contratar o engenheiro florestal e o técnico em meio ambiente responsáveis, pelo período de cinco meses”, explica. Até o final da implementação do projeto, que tem o prazo de três anos, estão programadas as recuperações de mais 486 hectares de APPDs. O projeto ainda prevê a viabilização de seis unidades demonstrativas de boas práticas agropecuárias de pequenos produtores e a construção sustentável do prédio da Secretaria de Meio Ambiente.

sexta-feira, 20 de março de 2015

Secretaria Municipal de Meio Ambiente divulga as Unidades Demonstrativas para as Associações/Sindicatos

         O Projeto Semeando Novos Rumos em Cotriguaçu, financiado através do Contrato de Concessão de Colaboração Financeira Não Reembolsável pelo BNDES/FUNDO AMAZÔNIA, possui 3 componentes a serem executados:
  1. Fortalecimento da Gestão Ambiental;
  2. Recuperação de 600 ha de APPDs;
  3. Implantação de 6 Unidades Demonstrativas (UD).

            Para o componente 3, o Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA) criou critérios para a escolha das UDs. Sendo que um deles refere-se à parceria com as associações/sindicatos. Onde oportunizará a identificação de produtores que se enquadrem nos critérios escolhidos pelo CMMA.

         


 Com a lista dos produtores interessados, o CMMA averiguará o enquadramento dos critérios e escolherá dentre as propriedades, a melhor distribuição geográfica e que pelo menos 02 UDs (de corte ou de leite).

Secretaria de Meio Ambiente informa sobre Projeto aos Partidos Políticos de Cotriguaçu

         O Projeto Semeando Novos Rumos em Cotriguaçu, financiado pelo BNDES/Fundo Amazônia, possui 3 componentes:
  1. Fortalecimento da Gestão Ambiental;
  2. Recuperação de 600 ha de APPDs;
  3. Implantação de 6 Unidades Demonstrativas.

      A Secretaria Municipal de Meio Ambiente objetiva informar os diferentes segmentos da comunidade cotriguaçuense sobre os repasses para a execução do Projeto. De forma que a SMMA convocou os Partidos Políticos para uma reunião para a explanação sobre as atividades a serem executadas pelo Projeto, contrato de Concessão de Colaboração Financeira Não Reembolsável, assinado em dezembro de 2014 entre Prefeitura Municipal de Cotriguaçu e o financiador BNDES/FUNDO AMAZONIA.

         


A reunião com os partidos políticos, realizada em 10 de fevereiro, em sala anexa da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Agricultura e Assuntos Fundiários, contou com a presença dos representantes dos partidos políticos residentes em Cotriguaçu. Quanto aos representantes residentes no Assentamento Nova Cotriguaçu, em Nova União, a reunião foi realizada em 21 de fevereiro. Um dos acordos firmados, durante o encontro, foi de que as legendas indiquem quais os integrantes em cada uma que serão informados pela SMMA sobre a liberação das parcelas do projeto.

quinta-feira, 29 de janeiro de 2015

Comissão BNDES/FUNDO AMAZONIA


Fonte: Denise Freitas

O CMMA, conforme o regimento interno, criou uma comissão/grupo de trabalho BNDES/FUNDO AMAZONIA com o objetivo de definir critérios para cumprir os critérios exigidos para definir as propriedades rurais para que sejam beneficiadas pelo projeto “Semeando Novos Rumos em Cotriguaçu” financiado pelo BNDES/FUNDO AMAZONIA.
Este grupo de trabalho reuniu-se no dia 21 de janeiro de 2015, para a definição de critérios para o componente de recuperação de 600 ha de Áreas de Preservação Permanente Degradadas (APPDs), que possuam até 4 módulos fiscais e também possuam o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) pelo Cadastro Ambiental Rural (CAR). Bem como os critérios para o componente de Implantação de 06 Unidades Demonstrativas (UD).
Na reunião ordinária do CMMA, no dia 28 de janeiro de 2015, o conselho aprovou e incluiu dois novos critérios, que seguem abaixo.
Para o componente de recuperação de APPDs os critérios definidos foram:
  • Interesse do produtor, através da “Carta” de Interesse, com compromisso de manejo. Prioridade (sim ou não);
  •  Localização na bacia de abastecimento. Prioridade (área urbana e 14 irmãos) (sim ou não);
  •  Grau de degradação, as mais degradadas. Prioridade (baixa, média ou alta); 
  • Quantidade de área a ser recuperada (maior APPD). Prioridade (0-5 ha, 5-10 ha e maiores de 10 ha).

 E os critérios para a implantação das 06 Unidades Demonstrativas são: 
  • Associação/Sindicato que tenha interesse de que as Unidades Demonstrativas (UDs) seja implantada em sua comunidade;
  •  Interesse do Produtor;
  •  Propriedades que possuam APP preservada;
  •  Que não seja beneficiário de outro projeto afim; Participação ativa em sindicatos e associações;
  •  Tempo de moradia na propriedade, no mínimo de 3 anos; 
  • Atividade de econômica de corte/leite.
  • Bom estado sanitário
  • e com a lista dos interessados, a comissão/grupo de trabalho, definirá as seis propriedades, conforme sua disposição geográfica em nosso município.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Experiência dos conselheiros cidadãos pelo meio ambiente

Por Denise Freitas
PMS - Mesa sobre o Fortalecimento
 da gestão ambiental
O Conselho Municipal de Meio Ambiente (CMMA) de Cotriguaçu, criado em 2006, pela lei municipal nº 459, não efetivou a composição dos seus conselheiros. Portanto, em 2009, houve a alteração da lei de criação do conselho, pela lei municipal nº 623, tendo a composição formada em 2010, pelo decreto municipal nº 555. Como muitos conselhos municipais, este encontrou dificuldades para que pudesse reunir-se regularmente e os conselheiros não tiveram motivação para participar.
Contudo, em 2011 surgiu um incentivo, através do Projeto Cotriguaçu Sempre Verde, desenvolvido pelo Instituto Centro de Vida (ICV) e parceiros, que uma das linhas de atuação teve como objetivo o fortalecimento da gestão ambiental. Com esse apoio, o CMMA foi reativado, houve a criação do Fundo Municipal de Defesa de Meio Ambiente (FUMDEMA), visando captar e aplicar recursos para ações socioambientais no município, além do desenvolvimento do projeto “Semeando Novos Rumos em Cotriguaçu”, entre o início de 2011 e meados de 2012, quando foi apresentado ao financiador BNDES/Fundo Amazônia (ver figura da linha do tempo do CMMA.
Mas como todo grande projeto, surgiram as dificuldades, como o receio de não alcançarmos o objetivo da aprovação do projeto, bem como a mudança de gestão da prefeitura municipal que ocorreu durante a fase de análise do projeto. Para a garantia dos trabalhos, o conselho convocou os candidatos a prefeitos para uma reunião com o objetivo de apresentar o projeto. Neste momento, com algumas regras estipuladas para que a reunião no se tornasse um debate eleitoral, o conselho teve o retorno dos candidatos que estariam apoiando o projeto.
Agora no final de 2014, o projeto foi aprovado e o convenio assinado entre prefeitura municipal e o BNDES/Fundo Amazônia. Com isso, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) criada por influência do projeto ganhará uma sede própria através do projeto, ocorrerá a recuperação de Áreas de Preservação Permanente (APPs) degradadas e serão implantadas seis Unidades Demonstrativas de manejo sustentável de pastagens.
Neste processo de construção do projeto, o conselho teve um papel importante em decisões das prioridades de ações, como, um espaço adequado para as decisões ambientais. Também foi no conselho que o nome do projeto foi definido. Já na implementação do projeto, o CMMA também irá participar no acompanhamento e monitoramento das ações e na definição das propriedades que terão prioridade nas recuperações e as que receberão as Unidades Demonstrativas.
Este fortalecimento e o projeto geraram demandas de aprofundamento nas questões ambientais, de maneira que os conselheiros pudessem avaliar adequadamente as situações geradas em nosso município. Com isto, em 2012, houve duas capacitações aos conselheiros realizadas pelo ICV, que abordou temas como licenciamento ambiental, legislação ambiental, situação econômica ambiental e social, noções de uso das imagens de satélite que monitoram o desmatamento e queimadas.
O conselho também foi estimulado através do acesso a informações pertinentes sobre o papel importante de cada conselheiro, seus direitos e deveres, considerando que cada um está representando a um setor ou grupo da sociedade cotriguaçuense e que deve trazer o conhecimento de sua comunidade, bem como repassar de informações para seus pares.
A partir destes conhecimentos, os conselheiros definiram as prioridades de trabalho para o município de Cotriguaçu com as criações das Câmaras Temáticas de: Desmatamento e Queimadas; Resíduos Sólidos; Educação Ambiental e Regularização Fundiária e Ambiental.
Assim, o conselho absorveu as demandas que estavam surgindo em relação ao Cadastro Ambiental Rural (CAR), criado pelo Programa Estadual MT Legal como mecanismo de regularização ambiental das propriedades rurais. Nesse sentido, o CMMA entendeu que poderia fortalecer o FUMDEMA através da cobrança de uma taxa simbólica dos pequenos produtores, com propriedade de até 4 módulos ficais dessem entrada no CAR na Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente. Para aqueles que tivessem área das margens dos rios para recuperar, a taxa teve um acréscimo no valor conforme o tamanho da área.
O conselho também trabalhou efetivamente na construção da Política Municipal de Meio Ambiente (PMMA) e na Campanha “Queimar não é legal”. A PMMA discutida intensivamente no conselho para que refletisse a realidade de Cotriguaçu, foi aprovada esse ano. Após a finalização da proposta de lei, o conselho envio para a Câmara de Vereadores, porém percebeu-se as dificuldades do legislativo em priorizar a análise desta. Mas, os conselheiros não desanimaram e sentiram-se fortes em cobrar do legislativo pela demora dos trabalhos, levando a PMMA a entrar na pauta e ser aprovada por unanimidade.
Apresentação sobre as experiência do
Conselho Municipal de Meio
 Ambiente de Cotriguaçu/MT 
 Quanto à campanha de combate as queimadas ilegais, o conselho definiu visitar as escolas em locais que estavam com o alvo maior de focos de queimadas para informar a todos os prejuízos da utilização do fogo, inclusive de maneira descontrolada e o período proibitivo.
Oficina FGAM-AC
Por todo esse trabalho, o CMMA está se tornando uma referência a muitos municípios, como um conselho ativo na gestão ambiental municipal. Sendo que a Secretária Executiva do CMMA já apresentou este grandioso trabalho no município de Nova Bandeirantes-MT, em Rio Branco-AC e em Cuiabá-MT no Programa Mato-grossense de Municípios Sustentáveis (PMS).

Assim, todos os conselheiros estão de parabéns pelas suas contribuições que levam ao efetivo trabalho do CMMA.